19ª Romaria das águas e da terra de Minas Gerais, em Ladainha/MG

Romeiro

Em um momento politicamente delicado que vivemos, com a constante perda dos direitos adquiridos a custo de muita luta e resistência dos movimentos sociais, a 19ª Romaria das águas e da terra de Minas Gerais, realizada na cidade de Ladainha/MG, mostra a capacidade de mobilização que esses movimentos ainda possuem.

Ao final do evento, foi apresentada a carta da romaria, desta carta destaco o seguinte trecho:

Repudiamos o golpe parlamentar, da mídia e do judiciário que, sem crime de responsabilidade, arrancou a presidenta Dilma do exercício do seu mandato legitimamente eleita por 54 milhões de eleitores, maioria. Seguiremos na luta contra os golpes que estão sendo dados no povo brasileiro, cientes de que os golpistas parecem gigantes, mas têm pés de barro.

O que me deixa satisfeito é saber que o termo golpe, tão encoberto pela grande mídia manipuladora está sendo difundido pelos movimentos, o que trás o grande efeito colateral deste golpe (colateral aos golpistas) que é a união dos movimentos sociais de esquerda.

Que essa união dos movimentos sociais seja um exemplo para os partidos políticos ditos de esquerda, que em um momento de união preferem se sucumbir a luta pelo poder pelo próprio poder. Repetem o erro grotesco do PT que nos últimos anos deixou a desejar com os movimentos sociais, principalmente na questão da reforma agrária e demarcação terras indígenas.

As poucas conquistas que os movimentos sociais dos últimos anos estão em grave ameaça pelo (des)governo golpista do Temer, que está a serviço da elite e do grande capital. Caminha para se tornar uma máquina para destroçar com os direitos dos trabalhadores em benefício dos patrões com a desculpa de um “crescimento econômico” ou do “enriquecimento da nação” o que na prática cruel nada mais é do que do que o aumento da centralização da renda à custa da exploração do trabalhador.

Que a união dos movimentos social de esquerda seja sempre crescente, que a luta seja firme a indissolúvel, que os nossos direitos conquistados sejam mantidos, que os golpistas caiam pois resistir é preciso.

Carta da 19ª Romaria das águas e da terra de Minas Gerais

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Vai-se a casca e fica o espírito.

ChavesQuando o Pequeno Príncipe volta para o seu planeta B612, fica subentendido que ele morre, mas ele diz que o que ficaria apenas uma casca.

A passagem de Roberto Bolaños aqui na Terra deixou uma grande marca em gerações através de seu grande personagem Chaves, que com sua simplicidade nos ensinou coisas importantes da mesma forma que o Pequeno Príncipe em sua passagem por aqui.

Apesar do ator já ser um adulto quando interpretava o Chaves, não conseguimos enxergar um adulto e sim uma criança, uma criança que tinha brinquedos artesanais e não queria um Mc Lanche Feliz ou um BigMac, mas um simples sanduíche de presunto.

Sutilmente ele nos mostrava a filosofia de Diógenes, que não tinha posses e morava em um barril, tendo como uma das mais conhecidas histórias de Diógenes o seu encontro com Alexandre, O Grande, que, ao encontrá-lo, lhe perguntou o que poderia fazer por ele. Acontece que devido à posição em que se encontrava, Alexandre fazia-lhe sombra. Diógenes, então, olhando para o Alexandre, disse: “Não me tires o que não me podes dar!” (variante: “deixa-me ao meu sol”). Essa resposta impressionou vivamente Alexandre, que, na volta, ouvindo seus oficiais zombarem de Diógenes, disse: “Se eu não fosse Alexandre, queria ser Diógenes.”

Um dos grandes méritos da série é o seu humor puro e ingênuo, nada de apelativo como temos hoje e é interessante que aqui no Brasil ultrapassou gerações, sendo amado por crianças a adultos, amor e carinho retribuído em seu último tweet dedicado ao Brasil (Todo mi amor, para Brasil.), apesar de sempre sabermos o que vai acontecer em cada episódio, continuamos assistindo e sorrindo. Não é qualquer um que consegue tal proeza.

Chespirito, ou pequeno Shakespeare, foi o apelido que merecidamente ganhou dos mexicanos por sua criatividade, e a sua obra mostra que ele fez jus a este título.

Vai-se a casca, mas fica o espírito! O Chavinho ficará sempre vivo em muitas gerações, tantos nas antigas quanto nas novas. Assim como o Pequeno Príncipe, o Chaves apenas voltou para casa.

 

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O Prêmio Emmy Internacional mostra o que é de melhor da Rede Globo

NASA Television 2009 Philo T. Farnsworth Primetime Emmy Award

Como hoje a Rede Globo anunciou com orgulho a sua indicação ao “Oscar” da TV mundial e a âncora do Jornal Hoje, Sandra Annenberg disse que não era a primeira vez da emissora a ganhar tal prêmio (http://migre.me/mgp81), eu fiquei com uma curiosidade de saber em quais categorias que a distinta Rede Globo já havia sido agraciada, já que deste ano foi exclusivamente sobre a dramaturgia globeleza.

Para a minha surpresa a maior parte das premiações são pela dramaturgia globeleza. Temas importantes como o Jornalismo teve apenas 01 premiação por uma série feita pelo Jornal Nacional chamado “Guerra contra as drogas”. Continue lendo

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